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Poesias 2 (Daniel Santoro)
Anjos, Demônios e a Flor
A flor exala seu perfume
Se destaca, desperta a cobiça
E as mais belas sensações e emoções
Indefesa, insegura se assume
Os anjos lhe avisam
Seremos seus eternos guardiões
Os demônios a querem
Quem pode cupá-los
Se entregam facilmente à tentação
Na guerra se ferem
De ambos os lados
Anjos, demônios e a flor na solidão
Determinação
Algo me traz
Certo contentamento
Controle do sentimento
Equilibrio das emoções
Encontro a paz
Quando chego ao momento
Do abandono do tormento
E das interrogações
Sinto-me capaz
Sonhador, porém atento
De trilhar um seguimento
Dentre tantas direções
Intensidade
Já que sentimos amor, raiva, tristeza, felicidade
Vivamos todos os sentimentos com a mesma intensidade
Sentir dá sentido à vida
Sua qualidade deriva da intensidade sentida
Equilíbrio Natural
O sucesso da vida se baseia no equilíbrio
Do corpo e da mente, do bem e do mal
Só busquemos o bem, o mal nos busca constantemente
Faz-se assim o equilíbrio de forma natural
A Verdade é Invisível
A verdade está em nossas mãos
Ela não pode ser vista
Pelo cego e sua tristeza
Não pode ser enxergada
Na felicidade da ilusão
Só pode ser sentida e idealizada
Pois existe em nossas mentes
E em nosso coração
A Força do Caos
O amor é a força do caos
É a dor escondida dos maus
O segredo, destruidor do medo
E da ordem
Da sociedade e do Estado
Zen
Indiferente ou conformado
Querendo sem Querer
Não sei por que quando estou perto
A palavra desaparece
Se estou longe prevalece
A gente nunca sabe ao certo
Se é no coração ou se é na mente
Se domina e denomina o que se sente
É paixão ou desvario de um carente?
Se é verdade por que questiono?
Se é falso por que desejo?
Por que penso em abandono
E depois quero seu beijo?




